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Nos próximos cinco anos, estimulado pelo incremento da renda, o consumo de têxteis e vestuário no Brasil poderá aumentar cerca de 50% em termos per capita. Em 1995, tínhamos renda por habitante/ano de R$ 12,43 mil e consumo de 8,7 quilos. Hoje, temos, respectivamente, R$ 15,38 mil e 12,8 quilos. Em 2016, deverão ser R$18,34 mil e 19,8 quilos.
Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o setor de perfumaria e cosméticos foi um dos que mais cresceu no Brasil em 2010. A expectativa do mercado é que esse cenário positivo continue este ano e, de acordo com a Abihpec, (Associação da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), o setor terá um crescimento médio de 10%.
O volume exportado deverá alcançar 330 mil toneladas em 2011, com um provável crescimento de 8% em 2012.
A confecção poderá atingir os 4%, o varejo, 6% , o faturamento alcançar US$ 54 bilhões, e gerar 40 mil novos postos formais de trabalho no período, prevê o diretor superintendente da ABIT, Fernando Pimentel.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) anunciou a meta das exportações para 2011 de US$ 228 bilhões. A previsão está 13% acima do valor alcançado em 2010 (US$ 201,916 bilhões), recorde histórico do país.
